domingo, 27 de novembro de 2011

bye bye fourteen




Há quem diga que é uma tristeza fazer anos, envelhecer ano após ano. "Ficamos mais perto da cova, é horrível!" afirmam. Eu cá discordo. Ganhamos vários tipos de anos, ano após ano. Seja um ano de memórias, um ano de sentimentos, um ano de momentos, um ano de sorrisos, um ano de tristezas ou um ano de experiências, é um ano que ninguém consegue voltar a reproduzir, e que irei relembrar, tal como relembro todos. Um ano repleto de caras, de pessoas, de personalidades, de aprendizagens. Por este ano tenho então a agradecer a quem me apoiou, a quem me ouviu, a quem nunca me deixou. Agradecer a quem me aborreceu, porque, afinal de contas, me ajudou a crescer. Agradecer à minha mãe, ao meu pai, são os melhores do mundo. São aqueles eternos amigos, aqueles que terei para sempre, aqui, no meu coração. Obrigada a todos.

domingo, 13 de novembro de 2011

sunset


Tenho uma tempestade formada nos olhos. Nuvens de certezas, gotas de medo. Demasiadas, para mal dos meus pecados. Mas, para acompanhar este cenário que só por si já é… chato, digamos, existe vento. Fortes rajadas de vento que estão determinadas em levar tudo o que encontram à frente. Sonhos, esperanças, fragilidades, ideias, memórias. Mas pior que isso? As rajadas parecem querer-te levar de mim. Mas sabes uma coisa? Apoio-me nestes sonhos, que embora meus, são nossos, nestas nossas esperanças, no que por ser tão puro se torna tão frágil e verdadeiro e faço deles chumbo. Faço deles um porto de abrigo que resiste não só ao vento, mas a tudo. Faço deles, e de ti, a minha melhor conquista, o meu único sol. Sol esse, que me seca as lágrimas, que me faz sorrir, que me torna verdadeiramente feliz. E é a ver este pôr do sol, que a tempestade se dá por vencida, que o sol brilha como só ele sabe brilhar, que eu me encontro feliz, porque mais uma vez me relembro que tu és meu, e não vais fugir.